Explosão na Imbel completa um ano nesta quarta-feira em Juiz de Fora 

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A explosão na Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel), em Juiz de Fora, completa um ano nesta quarta-feira. Em 2016, houve uma grande explosão em um dos paióis que ficavam no fundo da fábrica. As atividades da empresa estão normalizadas, mas os moradores do Bairro Araújo ainda se preocupam.

Para o Sindicato dos Trabalhadores nas Industrias Químicas, Farmacêuticas e de Material Plástico de Juiz de Fora e Região (Stiquifamp), os funcionários da empresa também têm medo do trabalho no local ficar precário. O representante disse que os trabalhadores estão sem o café da manhã diário na empresa, que o plano de saúde piorou e que, mesmo depois do acidente, os funcionários ainda estão sem seguro de vida.

A empresa disse, em nota, que 95% dos 303 pedidos de indenização foram atentidos, que foi criada uma comissão com funcionários da empresa, bombeiros militares e Defesa Civil para avaliar os danos nos imóveis e que o processo de ressarcimento seguiu os critérios previstos em lei.

A empresa pagou pelos vidros e portas de casas que foram danificados na vizinhança por causa do acidente, mas a mão de obra dos pedreiros ficou por conta dos moradores. A aposentada, Jurema Maria da Silva, teve a casa atingida e contou que só recebeu o ressarcimento do valor gasto com os materiais de repado no final de outubro e que foi necessário fazer diversos orçamentos – três deles recusados pela Imbel.

Ela estima que gastou cerca de R$ 400 com mão de obra por conta própria, para o qual não teve auxílio da empresa.

Já a dona de casa, Valquíria Aparecida, teve os vidros da casa ressarcidos pela Imbel, mas também recisou pagar pelo trabalho do pedreiro e do serralheiro. Uma janela de vidro e a porta da cozinha dela ainda precisam ser trocadas.

De acordo com a Imbel, 95% dos 303 pedidos de indenização foram atentidos, mas os moradores só receberam o dinheiro meses depois. Em nota, a empresa disse que, desde o dia da explosão, deu prioridade para atender os moradores que tiveram algum tipo de dano e que foi criada uma comissão com funcionários da empresa, bombeiros militares e Defesa Civil para avaliar os danos nos imóveis na epoca do acidente. Por fim, disse que o processo de ressarcimento seguiu os critérios previstos em lei.

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